1. Dois irmãos do mesmo nome, vão marchando com afinco, mas um dá sessenta passos, enquanto o outro dá cinco.
2. é bom para se comer, mas não se come assado nem cru, nem cozinhado, o que é?
3. Faço os olhos bonitos e os coelhos são doidos por mim, cresço de pé e sirvo para pratos sem fim.
4. Foi feita para impedir, também para deixar passar, meu dono pode-me abrir que esse nunca vai roubar.
5. É uma caixinha, de bem-querer, não há carpinteiro, que a saiba fazer?
6. É uma senhora muito esbelta, que com finos véus se aperta, quem tiver que desapertar, muitas lágrimas há-de chorar.
7. É varinha de condão, que ao tocar numa caixinha, faz luz na escuridão.
8. O que é que fazem todos ao mesmo tempo: velhos, novos e crianças?
9. O que é, que é que quanto mais rota está, menos buracos tem?
10. O que é, que é, que nasce grande e morre pequeno?
11. Ó que lindos amores eu tenho, ó que lindos, ó que ingratos, andam por dentro das botas e por fora dos sapatos.
12. Qual é a coisa, qual é ela, que quanto mais alta está, melhor se lhe chega?
13. Qual é a coisa, qual é ela, que quanto mais cresce, menos se vê?
14. Qual é a coisa, qual é ela, que quanto mais se olha, menos se vê?
15. Qual é a coisa, qual é ela, que se faz para andar e não anda?
16. Só a faz quem já a tem, pois quem não a tem não a faz, se a tem pode não fazer, se a fizer, já não a faz.
17. Somos duas irmãs gémeas, despidas ou enfeitadas, nunca nos podemos ver e nunca andamos zangados.
18. Sou adorado por todos, porque a todos faço bem, sirvo também de relógio, aos que relógios não têm.
19. Sou branco como a neve, doce, como mel, se me puseres no leite, saberá muito melhor.
20. Sou gigante e gigantão, tenho doze filhos no meu coração, de cada filho trinta netos, metade brancos, metade pretos.
21. Sou mais vasto do que o mar e ninguém me pode ver, todo o mundo é meu lugar, sem mim não podes viver.
22. Tenho uma casa com doze damas, cada uma tem três quartos, todaselas têm meias e nenhuma tem sapatos.
23. Uma meia meia feita, outra meia por fazer, diga lá minha menina, quantas meias vem a ser?
24. Uma senhorita, muito assenhorada, nunca sai de casa, está sempre molhada.
25. Verde como o mato e mato não é, fala como gente e gente não é.
26. Verde foi o meu nascimento e de luto me vesti, para dar a luz ao mundo mil tormentos padeci.
domingo, 7 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
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